Navegando na internet, hábito cada vez mais cultivado, encontrei post em sites e blogs que falam da educação de quando criança que se reflete no comportamento profissional. Entre os vários posts em datas distintas, achei um bem interessante.
A relação de convívio com nossos pais faz com que no futuro não sejamos frustrados e saibamos nos portar diante das situações desagradáveis, quando adultos. Que o castigo que recebemos quando criança pode afetar a vida para sempre nós sabemos, e têm leis que inibem as ações agressivas de pais violentos, alcoólatras, viciados. Mas, e quanto as cobranças de organização, respeitar o coleguinha, saber se comportar em público… O que exatamente isso tem a ver com o sucesso do profissional? Tudo.
Uma criança que vive cercada de mimos dificilmente vai se adaptar a conviver de forma harmoniosa com outros colegas, num ambiente de competição e respeito mútuo. O estresse diário da vida cotidiana exige muita força de vontade, muito empenho em manter os bons costumes – quando já os conheceu – o caráter e a ética no trabalho.
Imagine você que agora você é uma criança de cinco anos e está na fase do mal educado. Fala palavrões, bate porta, grita com todos e sempre chora para conseguir o que deseja. Imagine agora você com 12 anos de idade. Rosto cheio de espinhas, é motivo de risadas e piadas entre os colegas que não fazem nenhuma questão de ser amigáveis e nem compartilham atividades contigo.
Nesse cenário, é complicado manter a boa educação e cordialidade, atitudes básicas para viver em sociedade. Ainda que seja para conviver com aquele idiota risonho que nem se dedica muito às atividades nem estuda o suficiente, mas sempre está no melhor cargo na empresa, frequentando os melhores lugares e anda rodeado de amigos.
Alguns psicólogos defendem que, a forma como a criança foi educada determina uma parte da conduta que ela vai ter no futuro, como profissional. Peguei na internet uma parábola de reflexão sobre comportamento, que traduz um pouco dessa relação de como somos educados, para sermos educados.
Decidindo como agir
“Um colunista conta uma história em que acompanhava um amigo a uma banca de jornal. O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro.
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo do colunista sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro.
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
- Ele sempre trata você com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente foi sempre assim…
- E você é sempre tão polido e amigável com ele?
- Sim, procuro ser.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão grosseiro com você?
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.”
Boa semana!